Vamos falar sobre variedades francesas?

30 de março - 2024

Vamos falar sobre variedades francesas?

Famosas, versáteis e amplamente conhecidas, as variedades francesas fazem sucesso nos mais variados países.

Na França estão fortemente associadas às suas regiões vinícolas individuais, sendo as dez principais: 

Tintas:

  • Merlot: de brotação precoce e maturação média, atinge níveis mais elevados de açúcar e, portanto, mais elevados de maior potencial alcoólico. Sua baga tem maior volume que a Cabernet Sauvignon. Apresenta, em geral, uma intensidade média a pronunciada de carga frutada (morango e ameixa vermelha com sabores herbáceos em clima frio; amora cozida, ameixa-preta em clima quente), taninos médios e álcool médio a alto.
  • Grenache Noir: de maturação tardia, precisa de clima quente para sua maturação plena. As uvas podem acumular rapidamente níveis elevados de açúcar, o que pode ser um problema em vinhos secos. Seus vinhos apresentam, em geral, coloração rubi pálida, aromas de frutas vermelhas maduras, como morango, ameixa, cereja, notas de especiarias e ervas, alto teor alcoólico, taninos baixos a médios e baixa acidez.
  • Syrah: de brotação tardia e maturação média, seus vinhos normalmente apresentam cor rubi profunda, aromas e sabores de intensidade média a pronunciada, com destaque para violeta, ameixa (vermelha em anos e locais mais frios, preta em anos e locais mais quentes), amora, pimenta-preta e notas herbáceas. A acidez e os taninos variam de médio a alto. 
  • Cabernet Sauvignon: de brotação e maturação tardias, tem película grossa, com alto teor de taninos, e menor tamanho que a sua parceira de blends bordaleses, a Merlot. Apresenta aroma normalmente pronunciado de violetas, frutas pretas como groselha preta, cereja preta e mentol ou herbáceo, tem álcool médio, acidez e taninos altos.
  • Cabernet Franc: de brotamento precoce e maturação média, deve ser colhida madura o suficiente para não ter aromas excessivamente herbáceos. Normalmente seus vinhos apresentam intensidade média a pronunciada de frutas vermelhas, como groselha, framboesa, floral de violetas, corpo leve a médio, taninos médios e acidez elevada.
  • Carignan: de brotação e maturação tardias. Os vinhos normalmente têm cor rubi médio, com frutas como amora, acidez e taninos altos. Alguns exemplares premium apresentam também frutas negras intensas, com especiarias e notas terrosas.
  • Pinot Noir: de brotação e maturação precoce, é uma varietal delicada, que amadurece bem em regiões frias. Seus vinhos normalmente entregam notas de morango, framboesa e cereja vermelha, se houver passagem por barricas, sabores leves derivados de carvalho (fumaça, cravo), taninos baixo a médio, álcool médio e acidez elevada. Podem desenvolver notas de terra, caça e cogumelos com o envelhecimento.

 

Brancas:

  • Ugni Blanc: a branca mais produzida na França, varietal utilizada na elaboração de brandy's, Cognac e Armagnac no sudoeste do país.
  • Chardonnay: variedade versátil, de brotação e maturação precoce. Em climas frios, como na Borgonha, os vinhos têm notas maçã, pêra, limão e lima, corpo leve a médio e acidez elevada (ex. Chablis). Em climas moderados, os vinhos apresentam citrinos maduros, melão e frutas de caroço, corpo médio a médios (+), com acidez média (+) a alta (Côte d’Or).
  • Sauvignon Blanc: de brotação tardia e maturação relativamente precoce, os vinhos elaborados a partir da Sauvignon Blanc apresentam tipicamente aromas de intensidade pronunciada de gramínea, pimentão e aspargos com sabores de groselha e toranja (áreas mais frias) até maracujá maduro (áreas mais quentes). Normalmente tem corpo e álcool médio e acidez alta.

 

É claro que várias outras castas autóctones são encontradas no país, mais adiante desbravaremos esse mar de variedades.

Saúde!

Créditos Imagem: Unsplash (Al Emes).

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Vitivinicultura x Mudanças Climáticas

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Você já pensou nas consequências que as mudanças climáticas estão trazendo para a vitivinicultura ao redor do mundo?Se você é um amante do vinho, prepare-se para um panorama que vai te surpreender!Até pouco tempo atrás, ninguém imaginava que estudar mudanças climáticas seria essencial para o universo do vinho. Mas, cá estamos! O clima está mudando e precisamos agir, seja prevenindo, seja mitigando os impactos. Secas, chuvas intensas, geadas tardias e até inundações têm sido cada vez mais frequentes, algo que não víamos há algumas décadas.De acordo com o último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), a temperatura média da superfície da Terra pode subir até 4°C nos próximos 80 anos, se nada for feito para conter as mudanças climáticas. Para você ter uma ideia, entre 1900 e 2020, a temperatura aumentou "apenas" 1,1°C. Ou seja, estamos falando de um aumento quatro vezes maior em menos tempo. Assustador, né?E quanto ao vinho, o impacto já é evidente: maior concentração de açúcares nas uvas, regiões já quentes ficando ainda mais quentes, uvas sobremaduras, vinhos com maior teor alcoólico, pH elevado e mais suscetíveis a contaminações. Por outro lado, regiões mais frias, que antes não eram ideais para o cultivo de uvas, agora estão se destacando, como o Sul da Inglaterra, famoso por seus espumantes.Os próximos anos vão exigir bastante estudo e inovação: castas mais resistentes à seca, porta-enxertos alternativos, novas regiões de cultivo, reutilização de água tratada e práticas sustentáveis em todas as etapas, da vinha até a garrafa.A Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) está ligada nesse movimento e criou, em 2021, um grupo de trabalho sobre Desenvolvimento Sustentável e Mudanças Climáticas para estudar a fundo o tema. Aqui estão algumas das recomendações que vêm sendo desenvolvidas:  Estratégias de adaptação do setor vitivinícola às mudanças climáticas - Resiliência;Definição e recomendações da OIV para Agroecologia no setor vitivinícola;Viticultura de montanha e encostas íngremes;Conservação da natureza e da biodiversidade no setor vitivinícola;Importância da biodiversidade microbiana no contexto de viticultura sustentável;Sustentabilidade e ecodesign na adega;Revisão de metodologias para cálculo da pegada hídrica em vinhas;Recomendações metodológicas para contabilização do balanço de gases de efeito estufa no setor vitivinícola;Viticultura em zonas áridas;Práticas biodinâmicas: identificação e aplicação na viticultura. É um trabalho enorme, e exige que a gente coloque em prática o máximo de medidas possíveis para reduzir o impacto global!Deixo uma frase para reflexão, de um grande especialista no tema:“A evidência científica é inequívoca: as mudanças climáticas são uma ameaça ao bem estar do ser humano e à saúde do planeta. Qualquer atraso em uma ação climática conjunta provocará uma perda na breve e rápida janela aberta para garantir um futuro habitável.” Hans-Otto PörtnerFernanda SpinelliSommelier Internacional FISARWSET 3 em VinhosDelegada Científica Brasileira na OIVFoto: Javier Allegue Barros | Unsplash
Vinho da China?! Sim!

Vinho da China?! Sim!

A China não fica para trás quando se fala em produção. É claro que pensando em vinhos, já dominam também a arte.Atualmente, é um importante país produtor de vinhos tintos, principalmente das castas Cabernet Sauvignon, Merlot e Carmenère, deixando um pequeno espaço para a produção de vinhos brancos e rosados. Além das variedades internacionais, a China tem as suas próprias espécies autóctones, como a V. amurensis, resistente ao frio.Entretanto, a maior parte da viticultura da China é dedicada às uvas de mesa (frescas ou passas), que geram retornos mais atrativos aos produtores do que as uvas para vinhos finos.Apesar da expansão na década de 1980, a produção de vinhos na China também vive racionalização na era das medidas “anti-extravagância” do Presidente Xi Jingping. A influência política por lá é bastante forte, todos sabemos.Quanto ao clima, devido a ampla extensão país, entre as regiões vinícolas de Heilongjiang, no nordeste, e Yunnan, no sul, as regiões podem ter climas muito diferentes. Quase todas as regiões vitivinícolas da China apresentam clima continental marcado com invernos frios e áridos.  Um fato curioso é que a maior parte das vinhas devem ser enterradas para sobreviver às baixas temperaturas do inverno, assim como às condições muito áridas. As fortes chuvas de verão também afetam a maioria das regiões vinícolas chinesas, embora em algumas regiões a precipitação total seja pequena.Entre as regiões destacam-se: Heilongjiang, Jilin, Beijing, Hebei, Shandong, Shanxi, Shaanxi, Ningxia, Xinjiang, Gansu e Yunnan. Quando pensamos em vinificação, o modelo seguido normalmente é o estilo bordalês francês, tendo tido uma boa evolução de qualidade na última década.Certamente muitos que lerão este texto nunca provaram um vinho chinês. Quem sabe eventualmente surja esta oportunidade?!Créditos imagem: Unsplash - Jennifer Chen
Vamos falar sobre variedades francesas?

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Famosas, versáteis e amplamente conhecidas, as variedades francesas fazem sucesso nos mais variados países.Na França estão fortemente associadas às suas regiões vinícolas individuais, sendo as dez principais: Tintas:Merlot: de brotação precoce e maturação média, atinge níveis mais elevados de açúcar e, portanto, mais elevados de maior potencial alcoólico. Sua baga tem maior volume que a Cabernet Sauvignon. Apresenta, em geral, uma intensidade média a pronunciada de carga frutada (morango e ameixa vermelha com sabores herbáceos em clima frio; amora cozida, ameixa-preta em clima quente), taninos médios e álcool médio a alto.Grenache Noir: de maturação tardia, precisa de clima quente para sua maturação plena. As uvas podem acumular rapidamente níveis elevados de açúcar, o que pode ser um problema em vinhos secos. Seus vinhos apresentam, em geral, coloração rubi pálida, aromas de frutas vermelhas maduras, como morango, ameixa, cereja, notas de especiarias e ervas, alto teor alcoólico, taninos baixos a médios e baixa acidez.Syrah: de brotação tardia e maturação média, seus vinhos normalmente apresentam cor rubi profunda, aromas e sabores de intensidade média a pronunciada, com destaque para violeta, ameixa (vermelha em anos e locais mais frios, preta em anos e locais mais quentes), amora, pimenta-preta e notas herbáceas. A acidez e os taninos variam de médio a alto. Cabernet Sauvignon: de brotação e maturação tardias, tem película grossa, com alto teor de taninos, e menor tamanho que a sua parceira de blends bordaleses, a Merlot. Apresenta aroma normalmente pronunciado de violetas, frutas pretas como groselha preta, cereja preta e mentol ou herbáceo, tem álcool médio, acidez e taninos altos.Cabernet Franc: de brotamento precoce e maturação média, deve ser colhida madura o suficiente para não ter aromas excessivamente herbáceos. Normalmente seus vinhos apresentam intensidade média a pronunciada de frutas vermelhas, como groselha, framboesa, floral de violetas, corpo leve a médio, taninos médios e acidez elevada.Carignan: de brotação e maturação tardias. Os vinhos normalmente têm cor rubi médio, com frutas como amora, acidez e taninos altos. Alguns exemplares premium apresentam também frutas negras intensas, com especiarias e notas terrosas.Pinot Noir: de brotação e maturação precoce, é uma varietal delicada, que amadurece bem em regiões frias. Seus vinhos normalmente entregam notas de morango, framboesa e cereja vermelha, se houver passagem por barricas, sabores leves derivados de carvalho (fumaça, cravo), taninos baixo a médio, álcool médio e acidez elevada. Podem desenvolver notas de terra, caça e cogumelos com o envelhecimento. Brancas:Ugni Blanc: a branca mais produzida na França, varietal utilizada na elaboração de brandy's, Cognac e Armagnac no sudoeste do país.Chardonnay: variedade versátil, de brotação e maturação precoce. Em climas frios, como na Borgonha, os vinhos têm notas maçã, pêra, limão e lima, corpo leve a médio e acidez elevada (ex. Chablis). Em climas moderados, os vinhos apresentam citrinos maduros, melão e frutas de caroço, corpo médio a médios (+), com acidez média (+) a alta (Côte d’Or).Sauvignon Blanc: de brotação tardia e maturação relativamente precoce, os vinhos elaborados a partir da Sauvignon Blanc apresentam tipicamente aromas de intensidade pronunciada de gramínea, pimentão e aspargos com sabores de groselha e toranja (áreas mais frias) até maracujá maduro (áreas mais quentes). Normalmente tem corpo e álcool médio e acidez alta. É claro que várias outras castas autóctones são encontradas no país, mais adiante desbravaremos esse mar de variedades.Saúde!Créditos Imagem: Unsplash (Al Emes).

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<p>Um dos pedidos mais recorrentes aqui na VinumDay é <strong>Pinot Noir da Borgonha.</strong><br><br>O motivo é fácil de entender. Para muitos amantes do vinho, a Borgonha representa o ápice. É a região que transformou a Pinot Noir em uma lenda e que produz alguns dos exemplares mais desejados do mundo.<br><br>O problema é que desfrutar desses vinhos tem exigido investimentos cada vez maiores.<br><br>Quando falamos dos famosos Premier Cru e Grand Cru, a qualidade costuma ser extraordinária, mas os preços acompanham a fama. Mesmo muitos vinhos classificados como Village já exigem investimentos consideráveis. Por isso, o verdadeiro garimpo da região está em outro lugar.<br><br>Mais da metade da produção local é composta pelos chamados <strong>Borgonhas Regionais</strong>. Nessa categoria, ainda é possível encontrar rótulos capazes de entregar a essência local por valores mais acessíveis.<br><br>Mas é também nesse segmento que as diferenças de qualidade se tornam mais evidentes. Encontrar os melhores exemplares exige pesquisa, critério e, sobretudo, conhecer bem os produtores.<br><br>E foi exatamente por isso que este rótulo chamou nossa atenção.<br><br>Elaborado pelo<strong> Domaine des Quatre Saisons</strong>, propriedade familiar com mais de 80 anos de tradição, é o tipo de vinho que justifica todo o esforço de garimpar os Borgonhas Regionais.<br><br><strong>Originário do norte da região</strong>, nasce de vinhedos inseridos em <strong>solos calcários de origem Kimmeridgiana </strong>— os mesmos solos de Chablis. A vinificação ocorre em tanques termorregulados, seguida por alguns meses de maturação em barricas de carvalho.<br><br>Ficamos fascinados com o que encontramos na taça: aromas expressivos de frutas vermelhas frescas, com destaque para framboesa, cereja, morango e amora, acompanhados por um delicado toque mineral de sílex e algumas especiarias.<br><br>Em boca, encanta pela fluidez. Os taninos são finos e sedosos, a acidez é vibrante e salivante, e o conjunto combina precisão e definição de forma exemplar. Os sabores confirmam os aromas e permanecem por longos segundos após cada gole, em um final elegante e extremamente prazeroso.<br><br>Um daqueles Borgonhas que nos lembram por que a região exerce tanto fascínio sobre os apreciadores do mundo inteiro — e que mostram que ainda é possível encontrar uma excelente relação entre preço e qualidade sem precisar investir o valor de um Premier Cru ou Grand Cru.<br><br><strong>Apenas 48 garrafas disponíveis.</strong></p>

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<p><strong>Amigos, hoje temos uma oportunidade rara na nossa vitrine.</strong><br><br>O Schwaderer Cabernet Sauvignon 2018 retorna à VinumDay pelo mesmo preço da oferta realizada em 2023!<br><br>Com três anos a mais de evolução em garrafa, este exemplar, que já impressionava quando foi lançado, ganhou novas camadas de complexidade sem perder o equilíbrio e a personalidade que sempre foram suas marcas registradas.<br><br>Conheça-o na descrição abaixo e aproveite esta oportunidade para garantir as suas unidades desse vinhaço!</p><p>------------------------------------------------------------------------------------</p><p><strong>Constanza e Mariane Schwaderer</strong> produzem vinhos incríveis!<br><br>A criatividade de Mariane, que desenvolve a identidade visual única de cada garrafa, aliada a <i>expertise </i>enológica de Connie, fez com que em 2015, as duas dessem início a este pequeno projeto autoral, onde visam a exploração dos diferentes vales do Chile, para encontrar as melhores expressões de suas cepas favoritas.<br><br><strong>Cabernet Sauvignon</strong> é uma delas. E de Cabernet Sauvignon, Constanza entende muito bem.<br><br>Em 2005, antes de ser uma vinhateira independente, teve um exemplar <strong>eleito o melhor</strong> Cabernet Sauvignon no <i>Guía de vinos de Chile</i> de 2005. Em 2007 um mesmo varietal seu, foi <strong>eleito o melhor</strong> pelo Guia La Cav.<br><br>Todos os seus vinhos são sempre acompanhados de excelentes classificações, do público, da crítica e, na maioria das vezes, de ambos. Não à toa, em 2015, Connie foi reconhecida como <strong>a melhor enóloga do Chile</strong> pelo<i> círculo de cronistas gastronómicos y del vino.</i><br><br>A carreira desta grande mulher não nos deixa dúvida alguma sobre o tamanho da qualidade que preza em cada garrafa que produz.<br><br>Nesta, que é a primeira edição desse varietal de Cabernet Sauvignon, Connie recorreu a uvas de <strong>Pirque</strong>, o epicentro de qualidade para a cepa no Chile. <br><br> Cultivadas no sopé da Cordilheira dos Andes, no <strong>Valle del Maipo</strong>, as vinhas encontram-se em altitude média de 750 metros e possuem 30 anos. Na adega, a vinificação contemplou uma maturação de <strong>14 meses em barricas de carvalho francês</strong>, novas e de segundo uso.<br><br>É um vinho de aromas muito cativantes, que denotam a expressão clássica dessa variedade no Maipo. Prevalecem notas de frutas vermelhas e negras em compota, como a cereja, a amora e a ameixa, acompanhadas por ervas e folhas secas, pimenta-preta e especiarias doces, principalmente a noz-moscada e o cravo.<br><br>Em boca, demonstra um bom volume, uma acidez fresca e suculenta e ótima persistência de sabores. Frutas e especiarias são o destaque, e levam a um final longo, muito agradável e prazeroso.<br><br><strong>Pelos </strong><i><strong>sommeliers </strong></i><strong>da VinumDay, foi extremamente elogiado.</strong><br><br>Sem sombra de dúvidas, é um grande Cabernet Sauvignon do Maipo que você tem a oportunidade de garantir hoje.<br><br>Aproveite a ótima negociação<strong> </strong>e <strong>adicione este incrível exemplar das irmãs Schwaderer em sua adega virtual.</strong></p>

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