Vinho x Filme: desfrute dessa experiência

30 de novembro - 2021

Vinho x Filme: desfrute dessa experiência

O resultado é certeiro, essa combinação faz sucesso!

Inspirados na variedade de fimes com temas associados ao mundo dos “enoapaixonados”, apresentamos a você alguns nomes que envolvem o assunto e, obviamente, se contemplados com a companhia de um bom vinho, é a harmonização perfeita.

Entre variedades de uvas, estilos de vinhos, países,  regiões vitivinícolas, estes filmes estão na lista obrigatória de um bom enófilo!

O JULGAMENTO DE PARIS: o filme reproduz  a degustação as cegas mais importante (e polêmica) do século XX (24 de maio de 1976), organizada pelo britânico Steven Spurrier. O renascimento e expansão da cultura de elaboração de vinhos foi consequência desse acontecimento (após uma drástica queda devido a Lei Seca). Entre renomados rótulos franceses e desconhecidos vinhos norte-americanos, a disputa foi gigantesca.

SIDEWAYS:  dois amigos cansados de suas vidas pacatas resolvem fazer algo inédito - viajar pela Califórnia antes do casamento de um deles. Entre taças de vinhos, bares e acontecimentos imprevistos, descobrem o sentido de viver.

UM BOM ANO: entre as belas paisagens do sudeste francês, um jovem passa suas férias no vinhedo de seu tio. Vinte e cinco anos mais tarde, atuando como investidor de negócios, recebe uma correspondência, informando sobre a morte de seu tio e a informação que herdou a propriedade francesa. Em um primeiro momento, o único destino da propriedade seria a venda, porém, tudo pode mudar a qualquer momento.

SOMM - Documentário: a prova de que a vida de um profissional do ramo, sommelier, não é somente degustar vinhos e desfrutar do momento, mas sim, envolve uma forte dedicação, resiliência e  sacrifícios. Aos amantes do assunto, é uma forma de entender tudo que está envolvido nessa profissão.

É claro que não nos estendemos nas informações, porque de spoiler a vida já está cheia! O legal mesmo é a instigar a curiosidade! Essas são somente algumas das diversas opções que o cinema nos oferece para curtir um bom vinho.

Cheers!

 

 

 

Compartilhe:

VEJA TAMBÉM:

Vitivinicultura x Mudanças Climáticas

Vitivinicultura x Mudanças Climáticas

Você já pensou nas consequências que as mudanças climáticas estão trazendo para a vitivinicultura ao redor do mundo?Se você é um amante do vinho, prepare-se para um panorama que vai te surpreender!Até pouco tempo atrás, ninguém imaginava que estudar mudanças climáticas seria essencial para o universo do vinho. Mas, cá estamos! O clima está mudando e precisamos agir, seja prevenindo, seja mitigando os impactos. Secas, chuvas intensas, geadas tardias e até inundações têm sido cada vez mais frequentes, algo que não víamos há algumas décadas.De acordo com o último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), a temperatura média da superfície da Terra pode subir até 4°C nos próximos 80 anos, se nada for feito para conter as mudanças climáticas. Para você ter uma ideia, entre 1900 e 2020, a temperatura aumentou "apenas" 1,1°C. Ou seja, estamos falando de um aumento quatro vezes maior em menos tempo. Assustador, né?E quanto ao vinho, o impacto já é evidente: maior concentração de açúcares nas uvas, regiões já quentes ficando ainda mais quentes, uvas sobremaduras, vinhos com maior teor alcoólico, pH elevado e mais suscetíveis a contaminações. Por outro lado, regiões mais frias, que antes não eram ideais para o cultivo de uvas, agora estão se destacando, como o Sul da Inglaterra, famoso por seus espumantes.Os próximos anos vão exigir bastante estudo e inovação: castas mais resistentes à seca, porta-enxertos alternativos, novas regiões de cultivo, reutilização de água tratada e práticas sustentáveis em todas as etapas, da vinha até a garrafa.A Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) está ligada nesse movimento e criou, em 2021, um grupo de trabalho sobre Desenvolvimento Sustentável e Mudanças Climáticas para estudar a fundo o tema. Aqui estão algumas das recomendações que vêm sendo desenvolvidas:  Estratégias de adaptação do setor vitivinícola às mudanças climáticas - Resiliência;Definição e recomendações da OIV para Agroecologia no setor vitivinícola;Viticultura de montanha e encostas íngremes;Conservação da natureza e da biodiversidade no setor vitivinícola;Importância da biodiversidade microbiana no contexto de viticultura sustentável;Sustentabilidade e ecodesign na adega;Revisão de metodologias para cálculo da pegada hídrica em vinhas;Recomendações metodológicas para contabilização do balanço de gases de efeito estufa no setor vitivinícola;Viticultura em zonas áridas;Práticas biodinâmicas: identificação e aplicação na viticultura. É um trabalho enorme, e exige que a gente coloque em prática o máximo de medidas possíveis para reduzir o impacto global!Deixo uma frase para reflexão, de um grande especialista no tema:“A evidência científica é inequívoca: as mudanças climáticas são uma ameaça ao bem estar do ser humano e à saúde do planeta. Qualquer atraso em uma ação climática conjunta provocará uma perda na breve e rápida janela aberta para garantir um futuro habitável.” Hans-Otto PörtnerFernanda SpinelliSommelier Internacional FISARWSET 3 em VinhosDelegada Científica Brasileira na OIVFoto: Javier Allegue Barros | Unsplash
Vinho da China?! Sim!

Vinho da China?! Sim!

A China não fica para trás quando se fala em produção. É claro que pensando em vinhos, já dominam também a arte.Atualmente, é um importante país produtor de vinhos tintos, principalmente das castas Cabernet Sauvignon, Merlot e Carmenère, deixando um pequeno espaço para a produção de vinhos brancos e rosados. Além das variedades internacionais, a China tem as suas próprias espécies autóctones, como a V. amurensis, resistente ao frio.Entretanto, a maior parte da viticultura da China é dedicada às uvas de mesa (frescas ou passas), que geram retornos mais atrativos aos produtores do que as uvas para vinhos finos.Apesar da expansão na década de 1980, a produção de vinhos na China também vive racionalização na era das medidas “anti-extravagância” do Presidente Xi Jingping. A influência política por lá é bastante forte, todos sabemos.Quanto ao clima, devido a ampla extensão país, entre as regiões vinícolas de Heilongjiang, no nordeste, e Yunnan, no sul, as regiões podem ter climas muito diferentes. Quase todas as regiões vitivinícolas da China apresentam clima continental marcado com invernos frios e áridos.  Um fato curioso é que a maior parte das vinhas devem ser enterradas para sobreviver às baixas temperaturas do inverno, assim como às condições muito áridas. As fortes chuvas de verão também afetam a maioria das regiões vinícolas chinesas, embora em algumas regiões a precipitação total seja pequena.Entre as regiões destacam-se: Heilongjiang, Jilin, Beijing, Hebei, Shandong, Shanxi, Shaanxi, Ningxia, Xinjiang, Gansu e Yunnan. Quando pensamos em vinificação, o modelo seguido normalmente é o estilo bordalês francês, tendo tido uma boa evolução de qualidade na última década.Certamente muitos que lerão este texto nunca provaram um vinho chinês. Quem sabe eventualmente surja esta oportunidade?!Créditos imagem: Unsplash - Jennifer Chen
Vamos falar sobre variedades francesas?

Vamos falar sobre variedades francesas?

Famosas, versáteis e amplamente conhecidas, as variedades francesas fazem sucesso nos mais variados países.Na França estão fortemente associadas às suas regiões vinícolas individuais, sendo as dez principais: Tintas:Merlot: de brotação precoce e maturação média, atinge níveis mais elevados de açúcar e, portanto, mais elevados de maior potencial alcoólico. Sua baga tem maior volume que a Cabernet Sauvignon. Apresenta, em geral, uma intensidade média a pronunciada de carga frutada (morango e ameixa vermelha com sabores herbáceos em clima frio; amora cozida, ameixa-preta em clima quente), taninos médios e álcool médio a alto.Grenache Noir: de maturação tardia, precisa de clima quente para sua maturação plena. As uvas podem acumular rapidamente níveis elevados de açúcar, o que pode ser um problema em vinhos secos. Seus vinhos apresentam, em geral, coloração rubi pálida, aromas de frutas vermelhas maduras, como morango, ameixa, cereja, notas de especiarias e ervas, alto teor alcoólico, taninos baixos a médios e baixa acidez.Syrah: de brotação tardia e maturação média, seus vinhos normalmente apresentam cor rubi profunda, aromas e sabores de intensidade média a pronunciada, com destaque para violeta, ameixa (vermelha em anos e locais mais frios, preta em anos e locais mais quentes), amora, pimenta-preta e notas herbáceas. A acidez e os taninos variam de médio a alto. Cabernet Sauvignon: de brotação e maturação tardias, tem película grossa, com alto teor de taninos, e menor tamanho que a sua parceira de blends bordaleses, a Merlot. Apresenta aroma normalmente pronunciado de violetas, frutas pretas como groselha preta, cereja preta e mentol ou herbáceo, tem álcool médio, acidez e taninos altos.Cabernet Franc: de brotamento precoce e maturação média, deve ser colhida madura o suficiente para não ter aromas excessivamente herbáceos. Normalmente seus vinhos apresentam intensidade média a pronunciada de frutas vermelhas, como groselha, framboesa, floral de violetas, corpo leve a médio, taninos médios e acidez elevada.Carignan: de brotação e maturação tardias. Os vinhos normalmente têm cor rubi médio, com frutas como amora, acidez e taninos altos. Alguns exemplares premium apresentam também frutas negras intensas, com especiarias e notas terrosas.Pinot Noir: de brotação e maturação precoce, é uma varietal delicada, que amadurece bem em regiões frias. Seus vinhos normalmente entregam notas de morango, framboesa e cereja vermelha, se houver passagem por barricas, sabores leves derivados de carvalho (fumaça, cravo), taninos baixo a médio, álcool médio e acidez elevada. Podem desenvolver notas de terra, caça e cogumelos com o envelhecimento. Brancas:Ugni Blanc: a branca mais produzida na França, varietal utilizada na elaboração de brandy's, Cognac e Armagnac no sudoeste do país.Chardonnay: variedade versátil, de brotação e maturação precoce. Em climas frios, como na Borgonha, os vinhos têm notas maçã, pêra, limão e lima, corpo leve a médio e acidez elevada (ex. Chablis). Em climas moderados, os vinhos apresentam citrinos maduros, melão e frutas de caroço, corpo médio a médios (+), com acidez média (+) a alta (Côte d’Or).Sauvignon Blanc: de brotação tardia e maturação relativamente precoce, os vinhos elaborados a partir da Sauvignon Blanc apresentam tipicamente aromas de intensidade pronunciada de gramínea, pimentão e aspargos com sabores de groselha e toranja (áreas mais frias) até maracujá maduro (áreas mais quentes). Normalmente tem corpo e álcool médio e acidez alta. É claro que várias outras castas autóctones são encontradas no país, mais adiante desbravaremos esse mar de variedades.Saúde!Créditos Imagem: Unsplash (Al Emes).

como

funciona

Icone Cinza Vinho

Um por dia

A cada dia oferecemos um vinho por um preço super especial (em 99% dos casos é o melhor preço que você irá encontrar no mercado online).

Icone Cinza Adega

Adega Virtual

Todas as compras que você realiza na VinumDay são enviadas para a sua adega virtual. Esse sistema exclusivo lhe permite acumular compras feitas em datas diferentes para obter frete reduzido ou gratuito.

Icone Cinza Frete

Frete Grátis

Ao acumular compras na adega virtual acima de um determinado valor (que varia de R$ 400 a R$ 800 - dependendo da sua região) você pode solicitar a entrega com frete gratuito.

Icone Cinza Cartoes

Pagamento

O pagamento pode ser realizado através de cartão de crédito ou então via depósito bancário/DOC/TED.

Vinho do dia
Descubra o vinho do dia
Abrir vinho do dia
Luis Cañas Reserva
31/ago

Luis Cañas Reserva

Selección de la Familia 2019

Saiba mais

CONHEÇA NOSSA OFERTA DA SEMANA

Kilikanoon Mort's Block

Riesling 2023

Não estamos diante de qualquer Riesling.

Estamos falando de um ícone da Austrália — um dos grandes nomes de Clare Valley e um dos melhores exemplares da região. Os críticos internacionais não deixam dúvidas sobre isso.

Winepilot:
"Consistentemente um dos melhores Rieslings do Clare Valley, este vinho vem de um talhão de baixa produtividade na sub-região de Watervale. Apresenta a casca crocante de limão e os caracteres picantes típicos do Riesling, com notas florais acentuadas. O paladar demonstra tensão elegante que evolui para um final muito longo. A acidez crocante e mineral deixa a boca sedenta, enquanto a fruta e a estrutura garantem potencial de guarda."

International Wine & Spirits Competition:
"Excelente tipicidade desde o início, com notas cerosas, nuances de petróleo entrelaçadas com mel e toranja, além de um toque defumado. O paladar traz cítricos vibrantes, equilibrados por um sutil tostado, final fresco e mineral com um leve toque umami. Um vinho de belas camadas."

E James Suckling acrescenta:
"Aromas minerais de casca de limão, peras asiáticas, sílex e pedras de rio. O paladar é leve, com acidez marcante e alta tensão na boca, revelando sabores de ardósia, anis e folhas de limão. Um clássico Riesling de Watervale."

Por trás de tudo está a Kilikanoon, vinícola fundada em 1997 por Kevin Mitchell. Este foi o primeiro branco lançado pela casa e nasce de um vinhedo único que dá nome ao rótulo: Mort’s Block — plantado em 1973 por seu pai, Mort Mitchell, no distrito de Watervale. São apenas 4,82 hectares de vinhas antigas, hoje com mais de 50 anos, cultivadas com extremo zelo e naturalmente de baixa produtividade.

O vinhedo criado por Mort é hoje a origem de um dos Rieslings de referência no Novo Mundo.

Na taça, ele entrega tudo o que se espera de um grande Clare Valley: aromas intensos de pera, limão-siciliano, casca de laranja, sílex, flores brancas e um toque de gengibre. Em boca, mostra energia vibrante e tensão que evidenciam sua mineralidade expressiva. As notas cítricas trazem frescor e equilíbrio, prolongando sua persistência.

Não é todo dia que conseguimos trazer um Riesling australiano desse nível para a vitrine da VinumDay.

Garanta o seu com o melhor preço do Brasil!

Leia mais
Apenas R$ 249,90
Saiba mais

CONHEÇA TAMBÉM A OFERTA DO DIA

Luis Cañas Reserva

Selección de la Familia 2019

Você já provou algum vinho ruim do Luis Cañas?

Deixe-me reformular a pergunta, para ela ser mais justa: você já provou algum vinho do Luis Cañas que não te deixou impressionado?

Confesso que nunca tive essa experiência. Para mim, esta bodega é sinônimo de pura excelência.

Já tendo degustado várias safras de praticamente todos os rótulos do produtor, a cada nova garrafa me sinto como uma criança descobrindo algo inédito.

Pois bem... a edição 2019 do singular Selección de la Família não foi a exceção!

Aliás, pela infindável quantidade de premiações que o vinho obteve nesta safra, parece que estou longe de ser o único profissional que é fã de carteirinha desta bodega referência na região.

Este é um Rioja que se enquadra na categoria Reserva, mas com aspectos diferenciados. Para começar, se trata de uma seleção das melhores vinhas do produtor; videiras antigas (mais de 50 anos), inseridas em solos pobres e com excelente exposição solar.

Traduzindo: rendimentos baixos de uvas super concentradas.

Com todas as uvas oriundas da prestigiada Rioja Alavesa, temos aqui uma base de Tempranillo (85%), completada por Cabernet Sauvignon, o que agrega mais estrutura ao conjunto. (*nota: Cabernet Sauvignon não é uma uva autorizada na legislação de Rioja, no entanto, existe uma licença especial para bodegas que historicamente fizeram uso dela – caso da Luis Cañas)

A maturação também é mais longa do que a categoria exige: 20 meses em carvalho (frente a 12 da legislação). A própria malolática já é realizada em barricas novas – 50% de madeira francesa e 50% de madeira americana – mesmos recipientes no qual o vinho envelhece.

E na taça?

É Rioja de alta qualidade, indubitavelmente; mas a Cabernet Sauvignon também revela sua faceta. Talvez uma herança do estilo cunhado pelos enólogos bordaleses, que fugiram para a região quando a filoxera devastou os vinhedos franceses.

A paleta aromática traz as frutas vermelhas e os toques lácteos da Tempranillo, junto à groselha preta e à caixa de charuto da Cabernet Sauvignon. Some a isso notas de baunilha, coco tostado e cravo.

Na boca mostra um perfil encorpado, com ótima acidez, e taninos voluptuosos (porém bem domados). Fruta e madeira estão em sintonia, culminando em um final decididamente longo.

Compre para beber agora, ou para guardar tranquilamente por mais 10 anos, período onde deve desenvolver ainda mais complexidade e integração.

Definitivamente um vinhaço, digno de figurar nas melhores adegas.

60 garrafas disponíveis.

por Mauricio Ceccon
@‌vinhonaclasse
DipWSET, ASI Dip, ISG Dip
French, Italian e Spanish Wine Scholar (WSG)
Master in Bourgogne (WSG)
Juiz Internacional de Vinhos (FISAR/IWTO)
Educador Certificado da DOCa Rioja e da DO Jerez

Leia mais
Apenas R$ 369,00
Saiba mais

Cadastre seu e-mail e receba descontos e promoções

Fechar
VinumDay

Seja bem-vindo

Você ganhou R$20 de desconto em sua primeira compra.

Deixe seu e-mail para receber o cupom.

j