Chablis - onde a Chardonnay reina!

04 de julho - 2022

Chablis - onde a Chardonnay reina!

A região vitivinícola de Chablis é o verdadeiro paraíso da casta Chardonnay. Localizada no caminho entre Paris e Beaune, contempla cerca de 5000 hectares, no vale do rio Serein, ao Norte da Borgonha. Região desafiadora, que enfrenta geadas e utiliza aspersores e aquecedores para proteção dos vinhedos.

O clima continental proporciona temperaturas muito baixas no inverno, seguidas de geadas de primavera e verões quentes. Essas condições moldam o caráter único dos vinhos Chablis, aliadas a um solo incomum, Kimmeridgiano, que não é encontrado em nenhum lugar do mundo, exceto no sul da Inglaterra.  

Seus vinhos são conhecidos por um caráter austero, acidez alta, em pleno equilíbrio e incontestável elegância. O destaque é para as deliciosas notas de maçã verde, frutas cítricas, pedra molhada e até nuances metálicas, dependendo da localização dos vinhedos, entre outros fatores. 

Chablis possui 4 apelações de origem controladas, classificação estabelecida em 1938:

  • Petit Chablis: categoria mais simples, geralmente elaborados com uvas de menor maturação, provenientes  do sopé das colinas. Consequentemente, são os vinhos mais baratos da classificação, mas que carregam indiscutível qualidade;
  • Chablis: segunda categoria, os mais conhecidos, originários de vinhedos normalmente da base das colinas, ou seja, com uvas com maior maturação e qualidade;
  • Premier Cru: vinhos de valor agregado maior, elaborados com uvas provenientes do centro das colinas, com alta concentração mineral;
  • Grand Cru: os mais caros e difíceis de encontrar, elaborados com as melhores bagas. São  sete sub-regiões permitidas para a sua elaboração, que deve ser feita com as melhores bagas, que passam por uma seleção extremamente minuciosa. São vinhos de longa guarda, que se revelam expoentes ao passar dos anos, ultrapassando uma década.

 

Os Petit Chablis e os Chablis normalmente apresentam alta intensidade de fruta verde e acidez, enquanto os Premier Cru e Grand Cru apresentam maior concentração, corpo e maturação. Todos são brancos secos.

Harmonizar estes vinhos não é tarefa árdua, bem ao contrário, é um verdadeiro deleite. Mas claro, vale a atenção aos detalhes. É evidente que frutos-do-mar (como ostras) são escolhas certeiras. Para entradas ou pratos menos requintados, o Petit Chablis é uma ótima compania. Já, um Chablis, pede um prato mais elaborado, e as demais classificações assim continuam. Sugestões são: mariscos ao bafo com ervas frescas, camarão no tucupi, escargots à la bourguignone, entre outras.

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Vitivinicultura x Mudanças Climáticas

Vitivinicultura x Mudanças Climáticas

Você já pensou nas consequências que as mudanças climáticas estão trazendo para a vitivinicultura ao redor do mundo?Se você é um amante do vinho, prepare-se para um panorama que vai te surpreender!Até pouco tempo atrás, ninguém imaginava que estudar mudanças climáticas seria essencial para o universo do vinho. Mas, cá estamos! O clima está mudando e precisamos agir, seja prevenindo, seja mitigando os impactos. Secas, chuvas intensas, geadas tardias e até inundações têm sido cada vez mais frequentes, algo que não víamos há algumas décadas.De acordo com o último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas), a temperatura média da superfície da Terra pode subir até 4°C nos próximos 80 anos, se nada for feito para conter as mudanças climáticas. Para você ter uma ideia, entre 1900 e 2020, a temperatura aumentou "apenas" 1,1°C. Ou seja, estamos falando de um aumento quatro vezes maior em menos tempo. Assustador, né?E quanto ao vinho, o impacto já é evidente: maior concentração de açúcares nas uvas, regiões já quentes ficando ainda mais quentes, uvas sobremaduras, vinhos com maior teor alcoólico, pH elevado e mais suscetíveis a contaminações. Por outro lado, regiões mais frias, que antes não eram ideais para o cultivo de uvas, agora estão se destacando, como o Sul da Inglaterra, famoso por seus espumantes.Os próximos anos vão exigir bastante estudo e inovação: castas mais resistentes à seca, porta-enxertos alternativos, novas regiões de cultivo, reutilização de água tratada e práticas sustentáveis em todas as etapas, da vinha até a garrafa.A Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV) está ligada nesse movimento e criou, em 2021, um grupo de trabalho sobre Desenvolvimento Sustentável e Mudanças Climáticas para estudar a fundo o tema. Aqui estão algumas das recomendações que vêm sendo desenvolvidas:  Estratégias de adaptação do setor vitivinícola às mudanças climáticas - Resiliência;Definição e recomendações da OIV para Agroecologia no setor vitivinícola;Viticultura de montanha e encostas íngremes;Conservação da natureza e da biodiversidade no setor vitivinícola;Importância da biodiversidade microbiana no contexto de viticultura sustentável;Sustentabilidade e ecodesign na adega;Revisão de metodologias para cálculo da pegada hídrica em vinhas;Recomendações metodológicas para contabilização do balanço de gases de efeito estufa no setor vitivinícola;Viticultura em zonas áridas;Práticas biodinâmicas: identificação e aplicação na viticultura. É um trabalho enorme, e exige que a gente coloque em prática o máximo de medidas possíveis para reduzir o impacto global!Deixo uma frase para reflexão, de um grande especialista no tema:“A evidência científica é inequívoca: as mudanças climáticas são uma ameaça ao bem estar do ser humano e à saúde do planeta. Qualquer atraso em uma ação climática conjunta provocará uma perda na breve e rápida janela aberta para garantir um futuro habitável.” Hans-Otto PörtnerFernanda SpinelliSommelier Internacional FISARWSET 3 em VinhosDelegada Científica Brasileira na OIVFoto: Javier Allegue Barros | Unsplash
Vinho da China?! Sim!

Vinho da China?! Sim!

A China não fica para trás quando se fala em produção. É claro que pensando em vinhos, já dominam também a arte.Atualmente, é um importante país produtor de vinhos tintos, principalmente das castas Cabernet Sauvignon, Merlot e Carmenère, deixando um pequeno espaço para a produção de vinhos brancos e rosados. Além das variedades internacionais, a China tem as suas próprias espécies autóctones, como a V. amurensis, resistente ao frio.Entretanto, a maior parte da viticultura da China é dedicada às uvas de mesa (frescas ou passas), que geram retornos mais atrativos aos produtores do que as uvas para vinhos finos.Apesar da expansão na década de 1980, a produção de vinhos na China também vive racionalização na era das medidas “anti-extravagância” do Presidente Xi Jingping. A influência política por lá é bastante forte, todos sabemos.Quanto ao clima, devido a ampla extensão país, entre as regiões vinícolas de Heilongjiang, no nordeste, e Yunnan, no sul, as regiões podem ter climas muito diferentes. Quase todas as regiões vitivinícolas da China apresentam clima continental marcado com invernos frios e áridos.  Um fato curioso é que a maior parte das vinhas devem ser enterradas para sobreviver às baixas temperaturas do inverno, assim como às condições muito áridas. As fortes chuvas de verão também afetam a maioria das regiões vinícolas chinesas, embora em algumas regiões a precipitação total seja pequena.Entre as regiões destacam-se: Heilongjiang, Jilin, Beijing, Hebei, Shandong, Shanxi, Shaanxi, Ningxia, Xinjiang, Gansu e Yunnan. Quando pensamos em vinificação, o modelo seguido normalmente é o estilo bordalês francês, tendo tido uma boa evolução de qualidade na última década.Certamente muitos que lerão este texto nunca provaram um vinho chinês. Quem sabe eventualmente surja esta oportunidade?!Créditos imagem: Unsplash - Jennifer Chen
Vamos falar sobre variedades francesas?

Vamos falar sobre variedades francesas?

Famosas, versáteis e amplamente conhecidas, as variedades francesas fazem sucesso nos mais variados países.Na França estão fortemente associadas às suas regiões vinícolas individuais, sendo as dez principais: Tintas:Merlot: de brotação precoce e maturação média, atinge níveis mais elevados de açúcar e, portanto, mais elevados de maior potencial alcoólico. Sua baga tem maior volume que a Cabernet Sauvignon. Apresenta, em geral, uma intensidade média a pronunciada de carga frutada (morango e ameixa vermelha com sabores herbáceos em clima frio; amora cozida, ameixa-preta em clima quente), taninos médios e álcool médio a alto.Grenache Noir: de maturação tardia, precisa de clima quente para sua maturação plena. As uvas podem acumular rapidamente níveis elevados de açúcar, o que pode ser um problema em vinhos secos. Seus vinhos apresentam, em geral, coloração rubi pálida, aromas de frutas vermelhas maduras, como morango, ameixa, cereja, notas de especiarias e ervas, alto teor alcoólico, taninos baixos a médios e baixa acidez.Syrah: de brotação tardia e maturação média, seus vinhos normalmente apresentam cor rubi profunda, aromas e sabores de intensidade média a pronunciada, com destaque para violeta, ameixa (vermelha em anos e locais mais frios, preta em anos e locais mais quentes), amora, pimenta-preta e notas herbáceas. A acidez e os taninos variam de médio a alto. Cabernet Sauvignon: de brotação e maturação tardias, tem película grossa, com alto teor de taninos, e menor tamanho que a sua parceira de blends bordaleses, a Merlot. Apresenta aroma normalmente pronunciado de violetas, frutas pretas como groselha preta, cereja preta e mentol ou herbáceo, tem álcool médio, acidez e taninos altos.Cabernet Franc: de brotamento precoce e maturação média, deve ser colhida madura o suficiente para não ter aromas excessivamente herbáceos. Normalmente seus vinhos apresentam intensidade média a pronunciada de frutas vermelhas, como groselha, framboesa, floral de violetas, corpo leve a médio, taninos médios e acidez elevada.Carignan: de brotação e maturação tardias. Os vinhos normalmente têm cor rubi médio, com frutas como amora, acidez e taninos altos. Alguns exemplares premium apresentam também frutas negras intensas, com especiarias e notas terrosas.Pinot Noir: de brotação e maturação precoce, é uma varietal delicada, que amadurece bem em regiões frias. Seus vinhos normalmente entregam notas de morango, framboesa e cereja vermelha, se houver passagem por barricas, sabores leves derivados de carvalho (fumaça, cravo), taninos baixo a médio, álcool médio e acidez elevada. Podem desenvolver notas de terra, caça e cogumelos com o envelhecimento. Brancas:Ugni Blanc: a branca mais produzida na França, varietal utilizada na elaboração de brandy's, Cognac e Armagnac no sudoeste do país.Chardonnay: variedade versátil, de brotação e maturação precoce. Em climas frios, como na Borgonha, os vinhos têm notas maçã, pêra, limão e lima, corpo leve a médio e acidez elevada (ex. Chablis). Em climas moderados, os vinhos apresentam citrinos maduros, melão e frutas de caroço, corpo médio a médios (+), com acidez média (+) a alta (Côte d’Or).Sauvignon Blanc: de brotação tardia e maturação relativamente precoce, os vinhos elaborados a partir da Sauvignon Blanc apresentam tipicamente aromas de intensidade pronunciada de gramínea, pimentão e aspargos com sabores de groselha e toranja (áreas mais frias) até maracujá maduro (áreas mais quentes). Normalmente tem corpo e álcool médio e acidez alta. É claro que várias outras castas autóctones são encontradas no país, mais adiante desbravaremos esse mar de variedades.Saúde!Créditos Imagem: Unsplash (Al Emes).

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<p>Quem nos acompanha sabe, a<strong> Don Guerino </strong>é sinônimo de qualidade e excelência, em todos os sentidos!<br><br>Se trata de uma vinícola familiar localizada em Alto Feliz, na Serra Gaúcha, reconhecida pelo altíssimo patamar de seus vinhos. Ao longo dos anos, consolidou seu nome entre as grandes referências do vinho brasileiro, acumulando importantes premiações e reconhecimentos em concursos nacionais e internacionais. Seus rótulos frequentemente recebem medalhas em competições de prestígio, reforçando a consistência, a seriedade e o cuidado presentes em cada etapa da produção.<br><br>Este <strong>Cabernet Franc da linha Reserva</strong>, lançamento recente da vinícola, traduz bem a essência do seu trabalho. Foi elaborado exclusivamente com uvas de vinhedos próprios, com seleção manual dos cachos, e seguiu para vinificação em tanques de aço inox. A fermentação malolática ocorreu de forma espontânea e parte do vinho amadureceu por <strong>12 meses em barricas de carvalho francês e americano.</strong><br><br>É um rótulo que mostra a seriedade do trabalho da Don Guerino e o potencial da Cabernet Franc na Serra Gaúcha, em um estilo equilibrado, bem construído e pensado tanto para ser apreciado desde já quanto para evoluir por mais alguns anos em adega.</p><p>Na taça entrega aromas intensos de frutas vermelhas frescas, como cereja e framboesa, acompanhados por nuances de ameixa, leve toque herbal característico da variedade, além de delicadas notas de especiarias, pimenta-preta e um sutil toque tostado.<br><br>Em boca, mostra-se equilibrado e envolvente, com taninos macios, acidez refrescante e excelente fluidez. As frutas vermelhas reaparecem com intensidade, somadas a nuances especiadas e um final elegante, persistente e muito agradável.<br><br>Nos próximos 7 dias você tem a oportunidade de garantir o <strong>Reserva Cabernet Franc 2024 </strong>com o desconto clássico da nossa curadoria!<br>Aproveite!</p>

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<p>“<i>Alguns dos vinhos mais interessantes do Tejo que eu já provei – distintos e com personalidades próprias.</i>” <strong>– Robert Parker, Wine Buyer’s Guide</strong><br> <br>Senhoras e senhores, temos o prazer de concordar com Robert Parker! Nosso protagonista de hoje é simplesmente fenomenal!!<br> <br>Quem assina a obra é a <strong>Pinhal da Torre,</strong> uma vinícola familiar, cuja tradição atravessa mais de dois séculos (atualmente a empresa é gerida pela 8ª geração da família Saturnino Cunha!), sendo uma referência no <strong>Tejo!</strong> O <strong>equilíbrio</strong> para eles não é um <i>slogan,</i> mas sim um lugar: <strong>um raro ponto de harmonia onde a influência oceânica, o terroir português e o legado familiar convergem em vinhos de frescura, elegância e identidade.</strong><br> <br>Localizada a <strong>exatos 56,53 km em linha reta do Atlântico,</strong> a vinícola fala que essa distância não é uma mera curiosidade – é a explicação meteorológica de seu estilo! Próximos o suficiente para sentir o sopro fresco do oceano, que entra pela bacia do Tejo e distantes o suficiente para preservar a <strong>amplitude térmica</strong> continental, que chega a atingir 25°C entre dia e noite durante o período de maturação, o que resulta em <strong>uvas de qualidade extraordinária.</strong><br> <br>Com uma <strong>filosofia purista,</strong> a empresa participa do <i>Happy Grapes Program®,</i> que adota <strong>viticultura sustentável,</strong> respeitando o terroir e a biodiversidade do Tejo e, também, uma <strong>vinicultura de mínima intervenção humana possível,</strong> visando a preservação da pureza e do caráter natural de cada vinho. O resultado são <strong>produções elegantes, equilibradas e autênticas.</strong> Nas palavras da própria vinícola: “<i>vinhos de pureza e profundidade invulgares. Vinhos que falam da sua origem. Vinhos que são, simplesmente, Perigosamente Bebíveis!</i>”<br> <br>Para tanto, a empresa se orgulha de sua planta, tratando-a como um <strong>ícone arquitetônico:</strong> construída em <strong>1947,</strong> abriga <strong>7 cubas argelinas de betão construídas para precisão térmica.</strong> Estes recipientes respiram com as estações, criando um microclima onde o vinho amadurece ao ritmo da natureza. Segunda a vinícola, “<i>ao contrário do aço inoxidável, estas cubas oferecem micro-oxigenação através das suas paredes porosas, desenvolvendo complexidade que a tecnologia moderna não consegue replicar. Aqui, a inovação não substituiu a herança. Aprendeu com ela!</i>”<br> <br>Impressionante, não é mesmo?!<br> <br>Some estas particularidades com o talento do respeitado <strong>enólogo Mário Andrade</strong> (tratado na vinícola como <i>O Mestre do Tempo</i>) e o resultado não poderia ser diferente<strong>: vinhaços!</strong> O exemplar que trazemos hoje na <strong>VinumDay</strong> é um varietal de <strong>Grenache</strong> – algo excepcionalmente raro em Portugal!<br> <br>Oriundas do vinhedo nomeado Vinha do Alqueve, as uvas <strong>Grenache</strong> que dão vida ao nosso protagonista são resultado de uma viticultura sustentável e colheita manual ocorrida nas primeiras horas da manhã, para evitar o forte calor que o verão do Tejo impõe durante o dia.<br> <br>Sob o comando do <i>Mestre do Tempo,</i> a vinificação é acompanhada de perto, isto é, <strong>qualquer intervenção só é realizada quando a excelência exige!</strong> A fermentação (espontânea com a microflora da própria vinha, isto é, com <strong>leveduras selvagens</strong>) ocorre nas famosas cubas de cimento respeitando o ritmo da natureza. O objetivo não é manipulação, mas sim revelação, porque os melhores vinhos não são criados – são descobertos! Findada a malolática, o vinho é inserido em <strong>barricas de carvalho francês onde amadurece longos 26 meses </strong>antes de ser engarrafado sem filtração.<br> <br>O time da <strong>curadoria VinumDay</strong> estava ansioso para degustá-lo! Um Grenache português?? Antes mesmo da retirada de sua rolha já estava sendo tratado como uma estrela.<br> <br>Na taça foi um verdadeiro deleite, com a sensação de que, a cada gole, nossos sommeliers ficavam cada vez mais apaixonados pelo glorioso vinho que estavam provando.<br> <br>O olfato é sincero, trazendo aromas claros de frutas vermelhas frescas e maduras, como a cereja e o morango, entrelaçadas com especiarias doces e levemente picantes, toques de chocolate meio amargo, tabaco e piso florestal, finalizando com uma gostosa e delicada nuance defumada. Em boca é envolvente e cativante, com taninos finos e maduros em fina sintonia com uma acidez vibrante, que promove grande salivação. O perfil de sabor comprova os descritores olfativos e o final de boca é intenso, prazerosíssimo e de grande persistência.<br> <br>Fruto da <strong>safra 2020,</strong> já está espetacular para ser bebido no momento. Porém, acreditamos pode evoluir muito bem nos próximos 10 anos (a vinícola informa que seu <strong>potencial de guarda é de 25 anos!</strong>).<br> <br>São <strong>apenas 36 garrafas</strong> negociadas exclusivamente para esta ação com a <strong>VinumDay!</strong> Aproveite para garantir pelo menos uma garrafa desta preciosidade em sua <strong>Adega Virtual</strong> ;)</p>

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