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Château Branaire-Ducru 2010

Château Branaire-Ducru 2010

Oferta encerrada em 13/07/2021. Não há disponibilidade em estoque deste produto.

tinto

Tipo

tinto

França

País

França

Safra

Safra

2010

Teor Alcoólico

Teor

14%

Os vinhedos do Château Branaire-Ducru estão localizados na região de St. Julien, na França, rodeados de vizinhos famosos como o Château Gruaud-Larose, o Château Ducru-Beaucaillou e o Château Beychevelle. O nome, dado pelo ex-proprietário Monsieur Ducru, significa "lindos seixos". Uma das principais características da vinha é a sua riqueza em seixos que contribuem para a grandeza de tantos vinhos do Medoc.

Durante a classificação Medoc de 1855, o Château foi classificado como um Quatrièmes Crus. Em 1942, a família Borie comprou o vinhedo e o renovou completamente. As gerações sucessivas da família supervisionam todas as operações de vinificação e deram continuidade ao belo negócio.

Elegante e sedoso, o Branaire-Ducru encanta por seu caráter puro, fresco. É um dos vinhos com maior percentual da Casta Cabernet Sauvignon, de Saint-Julien. Apresentando excelente potencial para envelhecimento, confirmado pelos comentários de diversos críticos renomados em suas avaliações.

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Château Branaire-Ducru 2010

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INFORMAÇÕES TÉCNICAS

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Tipo

tinto

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Safra

2010

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Teor Alcoólico

14%

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País

França

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Região

Bordeaux

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SubRegião

Saint-Julien

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Vinícola

Château Branaire-Ducru

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Temperatura de Serviço

16º a 18 ºC

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Guarda

2035

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Decanter

45 a 60 minutos

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Maturação

o vinho passa por envelhecimento em barris de carvalho por aproximadamente 18 meses (60 - 65% novas)

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Castas

70% Cabernet Sauvignon, 22% Merlot, 5% Cabernet Franc, 3% Petit Verdot

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Premiações

95 pts Vinous | 95 pts Wine Enthusiast | 94 pts James Suckling | 94 pts Wine Spectator | 94 pts Decanter | 93 pts Robert Parker - Wine Advocate | 93 pts Tim Atkin

Vedante

Natural

Natural

Aglomerada

Aglomerada

Twin Top

Twin Top

Silicone

Silicone

Screw Cap

Screw Cap

Champagne

Champagne

Vidro

Vidro

Taça

Bordeaux

Bordeaux

Borgonha

Borgonha

Montrachet

Montrachet

Riesling

Riesling

Flute

Flute

Dessert

Dessert

Análise sensorial

Análise visual
Análise visual
Descrição
púrpura profundo
Análise olfativa
Análise olfativa
Intensidade
Baixa

Alta
Evolução
Primário

Terciário
Descrição
adoráveis  frutas vermelhas e pretas maduras (ameixa, groselha, amora), especiarias (chá preto) e toques de tabaco, escoltados por notas de cacau e folhas de outono.
Análise gustativa
Análise gustativa
Doçura
Seco

Doce
Intensidade
Baixa

Alta
Acidez
Baixa

Alta
Tanino
Baixa

Alta
Corpo
Leve

Encorpado
Persistência
Curta

Longa
Descrição
apresenta taninos suaves, uma fina e equilibrada acidez, bom corpo e um longo final fresco, remetendo às suas notas aromáticas
Culinária Culinária
CarnesCarnes

Ave

Suíno

Cordeiro

Gado
QueijosQueijos

Médios

Duros
Da terraDa terra

Hortaliças

Cogumelos
AmidosAmidos

Massas

Risotos

Tubérculos
TemperosTemperos

Ervas

Especiarias
Descrição
charcuterie clássica, magret de pato com purê de batata baroa, sanduíche de pulled pork, beef bourguignon, maminha marinada na brasa, tartine de camembert com nozes e figo, churrasco, cordeiro, pratos com cogumelos, massas com ragu de carne, embutidos e queijos duros

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Era dos Ventos

Peverella 2024

O Era dos Ventos Peverella faz parte da história da VinumDay há anos.

Desde 2019, temos a honra de estar entre os primeiros a oferecer suas novas safras. E, a cada lançamento, fica evidente por que esse rótulo se consolidou como um dos mais emblemáticos do Brasil.

Afinal, estamos falando de um pioneiro: foi o primeiro vinho laranja do nosso país. 

Resumidamente, vinhos laranjas são resultado de uvas brancas vinificadas da mesma forma que os vinhos tintos, isto é, com contato com as cascas. No caso do Peverella, porém, esse pioneirismo sempre veio acompanhado de um nível de qualidade altíssimo.

É justamente por isso que a chegada da safra 2024 desperta tanta expectativa. Desde sua primeira versão, em 2008, este exemplar é glorificado! Vamos relembrar alguns fatos: ele foi aclamado em uma degustação às cegas promovida pelo sommelier e cineasta Jonathan Nossiter, concorrendo com brancos franceses e americanos de boa reputação. Consagrou-se como o Melhor Vinho Brasileiro com a safra 2014 no guia Descorchados 2018; já a safra 2017 foi citada entre os Melhores Vinhos do Novo Mundo, sendo o único laranja da lista, pelo competente crítico brasileiro Jorge Lucki; essa mesma edição alcançou 96 pontos na Revista Gula, tornando-se o Melhor Vinho do Brasil.

Mas como ele atingiu esse patamar? A resposta está intrinsecamente ligada ao conceito de terroiristo é, a união das características do local (como tipo de solo e condições climáticas) onde o vinhedo se encontra com a expertise enológica de Zanini, esta última sendo um paradigma, visto que ele busca é uma mínima intervenção humana possível na vinificação.

Sua elaboração é feita com uvas provenientes de vinhedos antigos localizados nos Caminhos de Pedra, em Bento Gonçalves. O processo de vinificação é minimalista e a utilização de SO2 acontece somente no engarrafamento e em baixíssimo nível. Logo após as uvas serem desengaçadas, elas são colocadas em tinas de carvalho francês da década de 1930 onde maceram por três semanas e são prensadas manualmente. A fermentação alcoólica é espontânea, com leveduras autóctones. Em seguida, metade do vinho vai para barricas de Ipê e metade para barricas de carvalho francês, onde estagia por 24 meses para enfim ser engarrafado sem qualquer clarificação ou filtração.

Na taça é um legítimo vinho de meditação: cada vez que levamos ao nariz nossa memória olfativa descobre um novo aroma! Logo ao servir somos agraciados com a tradicional e belíssima cor dourado vivo e brilhante que já conhecemos das safras anteriores.

O olfato é cativante e intenso, trazendo aromas de frutas tropicais maduras, como o abacaxi, a pitaia e a carambola, envoltas em notas de chá de camomila e de sementes secas, finalizando com interessantes toques florais e minerais. Na boca se mostra uma estrutura impressionante, onde taninos sutis são constatados e simplesmente oprimidos por uma acidez viva, salivante e muito gastronômica. No sabor, temos toda a paleta olfativa presente, e o final de boca é muito saboroso e de grande persistência.

Realmente após sua degustação ficam claros os motivos que levam o Era dos Ventos Peverella ser idolatrado no cenário vitivinícola. Talvez o adjetivo ideal para descrevê-lo seja: único! Até existem outros exemplares de vinhos laranja brasileiros no mercado (e, para não faltar com a verdade, alguns muito bons), mas nenhum alcança a perfeição do Era dos Ventos!

São apenas 90 garrafas disponíveis para esta ação da VinumDay! Esperamos que você seja um dos sortudos que terão essa preciosidade na adega.

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