Adega Camolas Castro de Chibanes
Superior 2019
<p>Ofertado no passado em suas versões 2018 e 2019, aclamado por nossos clientes, o <strong>Adega Camolas Castro de Chibanes Superior 2019</strong> retorna ao nosso palco diário <strong>VinumDay</strong>!<br><br>Garantimos um novo lote, limitado, mas <strong>mantendo o mesmo valor da última oferta</strong>. Se estava aguardando o seu retorno, não se demore, garanta o seu agora mesmo.</p><p>Mas, se ainda não o conhece, aproveite para conhecê-lo através da apresentação elaborada pelos nossos qualificados sommeliers na oferta anterior:<br><br>"A <strong>Península de Setúbal </strong>é uma das mais antigas e tradicionais regiões vinícolas de Portugal. Foi a segunda área demarcada no país e projetou-se internacionalmente com o prestígio de seu ícone, o <strong>Moscatel de Setúbal.</strong><br><br>Há séculos esse vinho faz tanto sucesso entre os britânicos quanto o Porto. Diz-se também que foi reverenciado pelos cavaleiros da Ordem de Malta, que foi um dos vinhos mais apreciados pelo Rei Luis XIV, da França, e pelo Rei Humberto I, da Itália.<br><br>Mas o que pouco se ouve falar, no Brasil em especial, é que à sombra do Moscatel produzem-se vinhos tintos espetaculares. Rotulados sob a <strong>D.O. Palmela</strong> (nome do vilarejo vizinho a Setúbal), trazem a tona o melhor da variedade <strong>Castelão</strong>, que nesta área, demonstra suas melhores características. <br><br>Hoje, Castelão é a uva tinta mais cultivada em terras lusitanas. Muito de seu sucesso deve-se ao pioneirismo de José Maria da Fonseca, que em 1850 lançou o Periquita, primeiro vinho fino engarrafado de Portugal (constituído majoritariamente de Castelão). Produtores de outras regiões, como Tejo e Alentejo, até tentaram repetir o feito de JMF, cultivando a casta sobre um solo calcário, mas não obtiveram tanto êxito quanto. Afinal, a Castelão está para a Palmela, pois tem predileção pelo clima mediterrâneo e, principalmente, pelo solo arenoso e pobre, onde são criadas suas versões de melhor estrutura.<br><br>Cientes disso, cada vez mais os produtores da região estão abrindo espaço para os vinhos tintos, e seguindo a tendência, os resultados estão cada vez mais espetaculares. Um deles é a Adega Camolas, que maneja com primor 8 vinhedos, a maioria deles antigos, cultivados em pé franco.<br><br>Com suas porções mais nobres elabora o <strong>Castro de Chibanes Superior Tinto</strong>. Consiste em um <i>blend </i>onde Castelão é majoritária, sendo acrescida de Aragonez e Alicante Bouschet. Castelão é proveniente da vinha Bem Gordo I, <strong>plantada em 1931 em pé franco</strong>, cultivada em dry farming com preceitos biológicos. Trincadeira e Alicante Bouschet são provenientes das vinhas Serralheira (plantada em 1971 em pé franco) e Faias (replantada em 2013).<br><br>Cada casta é vinificada separadamente, já em contato com carvalho francês, e o corte só é realizado após a malolática.<br><br>O resultado é FANTÁSTICO para um vinho nessa faixa de preço, inclusive, mostrando uma das melhores relações preço-qualidade que nossa curadoria viu em Portugal nos últimos tempos. <strong>Repleto de personalidade</strong>, o olfato traz a tona muitas frutas vermelhas e negras, tanto maduras quanto em compota, como amora, cereja, framboesa e ameixa. Na escolta surgem diferentes especiarias, como o cravo, a canela e o alcaçuz, além de um <i>toffee </i>que incrementa muito bem o conjunto.<br><br>Na boca, uma estrutura e elegância impecáveis. Tudo está muito bem integrado nesse conjunto, com taninos macios, uma acidez que provoca ótima salivação e suporta sua alta carga de frutas. Seus 14,5% de álcool passam batidos e o final é um show a parte de tão longo.<br><br>Nossa equipe é enfática em dizer:<strong> vale muito a pena garantir esse exemplar, </strong>pois certamente,<strong> </strong>poderia valer muito mais do que seus R$119,90.<br><br>Não perca!<strong>"</strong></p>
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