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Duluc de Branaire  Ducru Saint Julien 2016

Duluc de Branaire Ducru Saint Julien 2016

Oferta encerrada em 04/02/2022. Não há disponibilidade em estoque deste produto.

tinto

Tipo

tinto

França

País

França

Safra

Safra

Teor Alcoólico

Teor

13,5%

Os capítulos da longa história do Château Branaire-Ducru demonstram como sua estruturação decorreu e como adquiriu renome. O local foi adquirido em 1680 pela família Braneyre, e passou, anos depois, para seus descendentes, desta vez da família Du Luc, que construíram em 1824 o imponente castelo na propriedade. Tornou-se um dos Grand Cru Classé du Medoc na Exposição Universal de Paris de 1855, e até meados do século passado, o château foi controlado por um parente próximo dos antigos mantenedores, Gustave Ducru. Ao final da década de 1980, foi adquirido pelo empresário Patrick Maroteaux, que assumiu as rédeas e implementou uma grande modernização no local, colocando novamente em destaque os vinhos da casa. 

Na margem esquerda do estuário Gironde, entre Margaux e Pauillac, a pequena denominação Saint-Julien goza de excelentes características geográficas. Não à toa, raras são as porções de terras em que não se avistam vinhas, cultivadas sobre a planície e o solo de origem aluvial, repleto de cascalhos.

Duluc de Branaire-Ducru é o segundo vinho da vinícola, constituído com as castas Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Petit Verdot, vinificadas separadamente a partir das vinhas mais jovens. A elaboração ocorreu em tanques de aço inoxidável, em uma sala que conta com uma estrutura incrivelmente preparada para evitar o uso de bombas, que poderia acelerar a oxidação dos vinhos. Jean-Dominique Videau é o enólogo responsável por fazer o assemblage, que ao final é maturado por 12 meses em barricas de carvalho francês.

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Duluc de Branaire Ducru Saint Julien 2016

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INFORMAÇÕES TÉCNICAS

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Tipo

tinto

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Teor Alcoólico

13,5%

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País

França

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Região

Bordeaux

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SubRegião

Saint-Julien

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Vinícola

Château Branaire-Ducru

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Temperatura de Serviço

16 a 18°C

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Guarda

2030

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Decanter

45 a 60 minutos

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Maturação

12 meses em barricas de carvalho francês

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Premiações

91 pts Decanter Magazine | 91 pts James Suckling

Vedante

Natural

Natural

Aglomerada

Aglomerada

Twin Top

Twin Top

Silicone

Silicone

Screw Cap

Screw Cap

Champagne

Champagne

Vidro

Vidro

Taça

Bordeaux

Bordeaux

Borgonha

Borgonha

Montrachet

Montrachet

Riesling

Riesling

Flute

Flute

Dessert

Dessert

Análise sensorial

Análise visual
Análise visual
Descrição
rubi brilhante
Análise olfativa
Análise olfativa
Intensidade
Baixa

Alta
Evolução
Primário

Terciário
Descrição
frutas vermelhas maduras (cereja, groselha), violeta, pimenta-preta, tabaco, especiarias adocicadas, e notas herbáceas.
Análise gustativa
Análise gustativa
Doçura
Seco

Doce
Intensidade
Baixa

Alta
Acidez
Baixa

Alta
Tanino
Baixa

Alta
Corpo
Leve

Encorpado
Persistência
Curta

Longa
Descrição
muito elegante, apresenta bom corpo, com taninos aveludados em perfeita harmonia com sua acidez; o final é longo e conta com saborosas notas frutadas
Culinária Culinária
CarnesCarnes

Ave

Suíno

Gado
QueijosQueijos

Moles

Médios
Da terraDa terra

Hortaliças

Cogumelos
AmidosAmidos

Massas

Risotos

Tubérculos
TemperosTemperos

Ervas

Especiarias
Descrição
espetinhos de frango à moda asiática, magret de pato com purê de batata baroa, sanduíche de pulled pork, beef bourguignon, maminha marinada na brasa, tartine de camembert com nozes e figo, charcuterie clássica

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Era dos Ventos

Peverella 2024

O Era dos Ventos Peverella faz parte da história da VinumDay há anos.

Desde 2019, temos a honra de estar entre os primeiros a oferecer suas novas safras. E, a cada lançamento, fica evidente por que esse rótulo se consolidou como um dos mais emblemáticos do Brasil.

Afinal, estamos falando de um pioneiro: foi o primeiro vinho laranja do nosso país. 

Resumidamente, vinhos laranjas são resultado de uvas brancas vinificadas da mesma forma que os vinhos tintos, isto é, com contato com as cascas. No caso do Peverella, porém, esse pioneirismo sempre veio acompanhado de um nível de qualidade altíssimo.

É justamente por isso que a chegada da safra 2024 desperta tanta expectativa. Desde sua primeira versão, em 2008, este exemplar é glorificado! Vamos relembrar alguns fatos: ele foi aclamado em uma degustação às cegas promovida pelo sommelier e cineasta Jonathan Nossiter, concorrendo com brancos franceses e americanos de boa reputação. Consagrou-se como o Melhor Vinho Brasileiro com a safra 2014 no guia Descorchados 2018; já a safra 2017 foi citada entre os Melhores Vinhos do Novo Mundo, sendo o único laranja da lista, pelo competente crítico brasileiro Jorge Lucki; essa mesma edição alcançou 96 pontos na Revista Gula, tornando-se o Melhor Vinho do Brasil.

Mas como ele atingiu esse patamar? A resposta está intrinsecamente ligada ao conceito de terroiristo é, a união das características do local (como tipo de solo e condições climáticas) onde o vinhedo se encontra com a expertise enológica de Zanini, esta última sendo um paradigma, visto que ele busca é uma mínima intervenção humana possível na vinificação.

Sua elaboração é feita com uvas provenientes de vinhedos antigos localizados nos Caminhos de Pedra, em Bento Gonçalves. O processo de vinificação é minimalista e a utilização de SO2 acontece somente no engarrafamento e em baixíssimo nível. Logo após as uvas serem desengaçadas, elas são colocadas em tinas de carvalho francês da década de 1930 onde maceram por três semanas e são prensadas manualmente. A fermentação alcoólica é espontânea, com leveduras autóctones. Em seguida, metade do vinho vai para barricas de Ipê e metade para barricas de carvalho francês, onde estagia por 24 meses para enfim ser engarrafado sem qualquer clarificação ou filtração.

Na taça é um legítimo vinho de meditação: cada vez que levamos ao nariz nossa memória olfativa descobre um novo aroma! Logo ao servir somos agraciados com a tradicional e belíssima cor dourado vivo e brilhante que já conhecemos das safras anteriores.

O olfato é cativante e intenso, trazendo aromas de frutas tropicais maduras, como o abacaxi, a pitaia e a carambola, envoltas em notas de chá de camomila e de sementes secas, finalizando com interessantes toques florais e minerais. Na boca se mostra uma estrutura impressionante, onde taninos sutis são constatados e simplesmente oprimidos por uma acidez viva, salivante e muito gastronômica. No sabor, temos toda a paleta olfativa presente, e o final de boca é muito saboroso e de grande persistência.

Realmente após sua degustação ficam claros os motivos que levam o Era dos Ventos Peverella ser idolatrado no cenário vitivinícola. Talvez o adjetivo ideal para descrevê-lo seja: único! Até existem outros exemplares de vinhos laranja brasileiros no mercado (e, para não faltar com a verdade, alguns muito bons), mas nenhum alcança a perfeição do Era dos Ventos!

São apenas 90 garrafas disponíveis para esta ação da VinumDay! Esperamos que você seja um dos sortudos que terão essa preciosidade na adega.

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