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La Nerthe Chateauneuf du Pape Rouge 2016

La Nerthe Chateauneuf du Pape Rouge 2016

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tinto

Tipo

tinto

França

País

França

Safra

Safra

2016

Teor Alcoólico

Teor

15%

Registros afirmam a existência do Château La Nerthe desde 1560, ao mesmo tempo que sugerem um passado ainda mais distante que data do início da cultura do vinho da região no século XII, tornando-a uma das propriedades mais antigas de Chateauneuf.

Localizados no coração da região de Chateauneuf-du-Pape AOC, no sul da França, não muito longe de Avignon, os 225 acres de vinhedos se encontram em um único quarteirão ao redor do Château e foram certificados como orgânicos desde 1998.

O terroir é típico da região: as vinhas correm ao longo de uma encosta, no topo da qual cravam as suas raízes em solos argilo-arenosos. Na superfície encontra-se uma camada das famosas galettes, pedras grandes, redondas e gastas que se originaram nos Alpes, sendo levadas para o Ródano pelas geleiras das eras glaciais anteriores.

Todas as 14 variedades primárias permitidas são plantadas - Grenache domina 62% dos vinhedos e as vinhas têm, em média, mais de 40 anos. Chateau La Nerthe é a expressão principal de Chateauneuf-du-Pape, um vinho tradicional com um toque moderno.

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La Nerthe Chateauneuf du Pape Rouge 2016

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INFORMAÇÕES TÉCNICAS

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Tipo

tinto

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Safra

2016

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Teor Alcoólico

15%

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País

França

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Região

Rhône

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SubRegião

Châteauneuf-du-Pape

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Vinícola

Chateau La Nerthe

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Temperatura de Serviço

16º a 18 ºC

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Guarda

até 2030

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Decanter

de 60 a 90 minutos

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Maturação

passagem por carvalho novo (20%)

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Castas

37% Grenache, 29% Syrah, 25% Mourvèdre, 7% Cinsault e 2% outras castas

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Premiações

93 pts James Suckling | 93 pts Wine Spectator | 92 pts Wine Advocate | 92 pts Wine Enthusiast

Vedante

Natural

Natural

Aglomerada

Aglomerada

Twin Top

Twin Top

Silicone

Silicone

Screw Cap

Screw Cap

Champagne

Champagne

Vidro

Vidro

Taça

Bordeaux

Bordeaux

Borgonha

Borgonha

Montrachet

Montrachet

Riesling

Riesling

Flute

Flute

Dessert

Dessert

Análise sensorial

Análise visual
Análise visual
Descrição
rubi profundo
Análise olfativa
Análise olfativa
Intensidade
Baixa

Alta
Descrição
flores vermelhas atraentes, frutas vermelhas (amora), frutas pretas (cereja), leves toques de ervas; escoltadas por notas de tostado e baunilha.
Análise gustativa
Análise gustativa
Doçura
Seco

Doce
Intensidade
Baixa

Alta
Acidez
Baixa

Alta
Tanino
Baixa

Alta
Corpo
Leve

Encorpado
Persistência
Curta

Longa
Descrição
sabores de frutos vermelhos aveludados (amora e cereja), rechonchudos e escuros com chassis macio e sedoso; rico e encorpado; com ótima estrutura tânica e final de boca, com excelente potencial de evolução
Culinária Culinária
CarnesCarnes

Ave

Suíno

Cordeiro

Gado
QueijosQueijos

Moles

Médios
Da terraDa terra

Legumes

Cogumelos
AmidosAmidos

Massas

Risotos

Tubérculos
TemperosTemperos

Ervas
Descrição
sopa de cebola, suflê de queijo gruyere, hambúrguer com queijo sem molho, risoto de cogumelos e tomilho fresco, rosbife, paleta de cordeiro assada

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Era dos Ventos

Peverella 2024

O Era dos Ventos Peverella faz parte da história da VinumDay há anos.

Desde 2019, temos a honra de estar entre os primeiros a oferecer suas novas safras. E, a cada lançamento, fica evidente por que esse rótulo se consolidou como um dos mais emblemáticos do Brasil.

Afinal, estamos falando de um pioneiro: foi o primeiro vinho laranja do nosso país. 

Resumidamente, vinhos laranjas são resultado de uvas brancas vinificadas da mesma forma que os vinhos tintos, isto é, com contato com as cascas. No caso do Peverella, porém, esse pioneirismo sempre veio acompanhado de um nível de qualidade altíssimo.

É justamente por isso que a chegada da safra 2024 desperta tanta expectativa. Desde sua primeira versão, em 2008, este exemplar é glorificado! Vamos relembrar alguns fatos: ele foi aclamado em uma degustação às cegas promovida pelo sommelier e cineasta Jonathan Nossiter, concorrendo com brancos franceses e americanos de boa reputação. Consagrou-se como o Melhor Vinho Brasileiro com a safra 2014 no guia Descorchados 2018; já a safra 2017 foi citada entre os Melhores Vinhos do Novo Mundo, sendo o único laranja da lista, pelo competente crítico brasileiro Jorge Lucki; essa mesma edição alcançou 96 pontos na Revista Gula, tornando-se o Melhor Vinho do Brasil.

Mas como ele atingiu esse patamar? A resposta está intrinsecamente ligada ao conceito de terroiristo é, a união das características do local (como tipo de solo e condições climáticas) onde o vinhedo se encontra com a expertise enológica de Zanini, esta última sendo um paradigma, visto que ele busca é uma mínima intervenção humana possível na vinificação.

Sua elaboração é feita com uvas provenientes de vinhedos antigos localizados nos Caminhos de Pedra, em Bento Gonçalves. O processo de vinificação é minimalista e a utilização de SO2 acontece somente no engarrafamento e em baixíssimo nível. Logo após as uvas serem desengaçadas, elas são colocadas em tinas de carvalho francês da década de 1930 onde maceram por três semanas e são prensadas manualmente. A fermentação alcoólica é espontânea, com leveduras autóctones. Em seguida, metade do vinho vai para barricas de Ipê e metade para barricas de carvalho francês, onde estagia por 24 meses para enfim ser engarrafado sem qualquer clarificação ou filtração.

Na taça é um legítimo vinho de meditação: cada vez que levamos ao nariz nossa memória olfativa descobre um novo aroma! Logo ao servir somos agraciados com a tradicional e belíssima cor dourado vivo e brilhante que já conhecemos das safras anteriores.

O olfato é cativante e intenso, trazendo aromas de frutas tropicais maduras, como o abacaxi, a pitaia e a carambola, envoltas em notas de chá de camomila e de sementes secas, finalizando com interessantes toques florais e minerais. Na boca se mostra uma estrutura impressionante, onde taninos sutis são constatados e simplesmente oprimidos por uma acidez viva, salivante e muito gastronômica. No sabor, temos toda a paleta olfativa presente, e o final de boca é muito saboroso e de grande persistência.

Realmente após sua degustação ficam claros os motivos que levam o Era dos Ventos Peverella ser idolatrado no cenário vitivinícola. Talvez o adjetivo ideal para descrevê-lo seja: único! Até existem outros exemplares de vinhos laranja brasileiros no mercado (e, para não faltar com a verdade, alguns muito bons), mas nenhum alcança a perfeição do Era dos Ventos!

São apenas 90 garrafas disponíveis para esta ação da VinumDay! Esperamos que você seja um dos sortudos que terão essa preciosidade na adega.

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