Premio Premio Premio Premio Premio
Gulfi Neromaccarj 2015

Gulfi Neromaccarj 2015

Oferta encerrada em 01/04/2022. Não há disponibilidade em estoque deste produto.

tinto

Tipo

tinto

Itália

País

Itália

Safra

Safra

2015

Teor Alcoólico

Teor

14,5%

Fundada em 1996 por Vito Catania, a Cantina Gulfi é uma vinícola siciliana que desafiou os padrões da viticultura nos anos 90. Alta densidade de videiras e cultivo orgânico, sem irrigação, foram algumas das ideias implementadas pela empresa, que desde então apresenta-se consistente e como referência na maior ilha mediterrânea. 

Seus vinhedos concentram-se nas comunas de Randazzo (no Monte Etna), Chiaramonte Gulfi (no sudoeste da ilha) e Pachino (Val di Noto), esta última onde está localizada a propriedade Vigna Maccari. Além de ser a principal componente da propriedade, a casta Nero d'Avola é reconhecida pela qualidade superior dos vinhos que gera, tendo como ponto-chave o fato de estar a poucos quilômetros da histórica cidade de Avola, onde conta a história que teve origem.

Gulfi Neromaccarj 2015 foi elaborado através de uma longa maceração pelicular com esta casta. Após o fim da fermentação malolática, maturou por 2 anos em barricas de carvalho e permaneceu por um período mínimo de 1 ano em garrafa para afinamento.

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Gulfi Neromaccarj 2015

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INFORMAÇÕES TÉCNICAS

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Tipo

tinto

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Safra

2015

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Teor Alcoólico

14,5%

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País

Itália

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Região

Sicilia

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SubRegião

Val di Noto

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Vinícola

Gulfi

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Temperatura de Serviço

16 a 18°C

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Guarda

2030

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Decanter

30 a 45 minutos

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Maturação

2 anos em barricas de carvalho e no mínimo 1 ano de afinamento em garrafa

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Castas

100% Nero d'Avola

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Premiações

90 pts Wine Spectator

Vedante

Natural

Natural

Aglomerada

Aglomerada

Twin Top

Twin Top

Silicone

Silicone

Screw Cap

Screw Cap

Champagne

Champagne

Vidro

Vidro

Taça

Bordeaux

Bordeaux

Borgonha

Borgonha

Montrachet

Montrachet

Riesling

Riesling

Flute

Flute

Dessert

Dessert

Análise sensorial

Análise visual
Análise visual
Descrição
rubi intenso
Análise olfativa
Análise olfativa
Intensidade
Baixa

Alta
Evolução
Primário

Terciário
Descrição
frutas vermelhas e negras maduras (ameixa, amora, cereja, morango), pimenta-preta, ervas frescas (orégano, tomilho), além de deliciosas notas especiadas (alcaçuz, tabaco, baunilha) e instigantes toques de couro e caça
Análise gustativa
Análise gustativa
Doçura
Seco

Doce
Intensidade
Baixa

Alta
Acidez
Baixa

Alta
Tanino
Baixa

Alta
Corpo
Leve

Encorpado
Persistência
Curta

Longa
Descrição
um vinho de personalidade, com taninos firmes escoltados por uma acidez salivante e uma excelente carga de fruta e especiarias; toda a complexidade do olfato se repete na boca, culminando em um longo e complexo final
Culinária Culinária
CarnesCarnes

Ave

Suíno

Cordeiro

Gado

Caça
QueijosQueijos

Médios

Duros
Da terraDa terra

Hortaliças

Legumes

Cereais

Cogumelos
AmidosAmidos

Massas

Risotos

Polenta

Tubérculos
TemperosTemperos

Pimentas

Ervas

Especiarias

Aromáticos
Descrição
bife na chapa, filezinho de peito de frango ao molho de frutas desidratadas, espaguete caprese, embutidos e queijos médios e duros em geral

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Julien Sunier

Fleurie 2023

Amigos, nesta semana, a VinumDay se rendeu aos encantos de Beaujolais.

Mas importante frisar: essa história de amor não aconteceu da noite para o dia.

Até pouco tempo atrás, encontrar bons vinhos da região no Brasil era uma tarefa difícil. No estilo Nouveau, não era raro encontrar garrafas com três ou quatro anos de safra nas prateleiras, um contrassenso para vinhos cuja proposta é justamente preservar a jovialidade e serem apreciados pouco tempo após a elaboração.

Entre os exemplares mais sérios, com potencial de guarda, o cenário também não era dos mais animadores. Os Crus do norte de Beaujolais, capazes de revelar uma faceta muito mais profunda da Gamay, ainda tinham presença tímida no mercado brasileiro. E, entre os poucos rótulos disponíveis, nem sempre era possível encontrar produtores à altura do potencial da região.

Felizmente, esse panorama mudou. Hoje, os bons Beaujolais estão mais acessíveis aos apreciadores brasileiros, e basta provar alguns exemplares de alta estirpe para entender por que essa região merece muito mais atenção. É o tipo de descoberta que transforma curiosidade em paixão e faz nascer o desejo de explorar cada vez mais.

É nesse contexto que entra nosso garimpo: o Julien Sunier Fleurie 2023. Seu produtor é um nome cultuado entre os apreciadores de Beaujolais, tanto pelo trabalho com a Gamay quanto pela adesão aos princípios da viticultura orgânica e da elaboração de vinhos naturais.

Sem tradição familiar ligada ao vinho, Julien Sunier iniciou sua trajetória no Domaine Georges Roumier, na Borgonha. Anos mais tarde, trabalhando como négociant e em contato com dez dos Crus da região, descobriu em Beaujolais uma nova paixão. Em 2008, finalmente decidiu seguir seu próprio caminho e adquiriu três hectares de vinhedos antigos em Fleurie, Morgon e Régnié, onde passou a desenvolver um projeto alinhado à sua maneira de pensar.

A safra 2023 de seu Fleurie é fruto de vinhas plantadas no início da década de 1960, a quase 500 metros de altitude, em encostas íngremes e muito rochosas, que tornam o cultivo particularmente desafiador. A densidade de plantio chega a 10 mil videiras por hectare.

Na adega, a condução segue a mesma filosofia de intervenção mínima. Os cachos inteiros passam por maceração carbônica durante dez a vinte dias, em ambiente anaeróbico. A fermentação acontece com leveduras indígenas, em tanques de concreto e a baixas temperaturas, sem adição de dióxido de enxofre. Depois, a prensagem é realizada lentamente, ao longo de 24 horas, em uma antiga prensa vertical adquirida na Côte d’Or. Por fim, o vinho amadurece por 11 meses em barricas usadas de carvalho, com capacidade para 228 litros.

Se, por vezes, Beaujolais é associado a vinhos de perfil mais simples, o Fleurie 2023 de Sunier mostra o quanto a região pode ir além. É um tinto amplo e perfumado, com um atraente repertório de cerejas, framboesas e morangos, acompanhado por notas de chão de floresta, pedras, pimenta-do-reino e violetas.

Em boca, a acidez elevada dá sustentação a sabores intensos e persistentes, enquanto os taninos finos e muito bem polidos conferem textura ao conjunto. Há profundidade, há camadas e há uma notável harmonia entre os diferentes elementos, em um vinho cujos atributos se confirmam da primeira impressão aromática ao último gole.

Sunier diz que seu Fleurie foi "criado como um grande Borgonha”. Uma frase que ajuda a compreender a ambição por trás desse tinto e sua proposta de explorar toda a dimensão da Gamay em um Cru emblemático.

São apenas 30 garrafas disponíveis em uma oportunidade única que a VinumDay está disponibilizando a você.

Não perca e se renda também aos encantos de Beaujolais.

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