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Escoffier  Corton Grand Cru Pougets 2015

Escoffier Corton Grand Cru Pougets 2015

Oferta encerrada em 04/10/2021. Não há disponibilidade em estoque deste produto.

tinto

Tipo

tinto

França

País

França

Safra

Safra

Teor Alcoólico

Teor

13%

É o casal Franck e Véronique Escoffier que, apaixonados pela vitivinicultura, conduzem com muita dedicação o Domaine Escoffier, criado por eles em 1996. Entre os seus criteriosos princípios, destaca-se a priorização da qualidade das vinhas ao invés do volume, além de seguirem o método de cultivo biodinâmico, do qual a propriedade possui a criteriosa certificação ECOCERT desde 2012.

Entre os oito Grands Crus da Côte de Beaune, apenas um é tinto, o Corton. Dentro dessa denominação, encontra-se Les Pougets, um dos cinco climats que a compõem. De acordo com as regras da appelation, os nomes dos climats oficialmente reconhecidos podem ser mencionados como parte do título, desde que o vinho seja elaborado exclusivamente a partir de uvas cultivadas no local, como este magnífico exemplar.

Suas bagas foram colhidas manualmente neste terroir peculiar, e vinificadas com o objetivo de preservar e expressar ao máximo a sua tipicidade. Após o término das fermentações alcoólica e malolática, e da realização de trasfegas, o vinho estagiou dez a quinze meses em barricas de carvalho francês (30 a 50% novas), antes do engarrafamento.

Este é um belo representante dos 10 rótulos de propriedade da vinícola. O seu bouquet aromático é perfeitamente alinhado com sua sensação em boca. O Domaine entrega aqui um Grand Cru de destaque, considerado exclusivo por ter sido elaborado de forma limitada a 594 garrafas. Sorte de quem arrematar a sua.

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Escoffier Corton Grand Cru Pougets 2015

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INFORMAÇÕES TÉCNICAS

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Tipo

tinto

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Teor Alcoólico

13%

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País

França

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Região

Borgonha

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SubRegião

Corton (Côte de Beaune)

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Vinícola

Domaine Escoffier

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Temperatura de Serviço

16°C a 18°C

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Guarda

2026

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Decanter

20-40 minutos

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Maturação

o vinho estagiou dez a quinze meses em barricas de carvalho, 30 a 50% em barricas novas

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Castas

100% Pinot Noir

Vedante

Natural

Natural

Aglomerada

Aglomerada

Twin Top

Twin Top

Silicone

Silicone

Screw Cap

Screw Cap

Champagne

Champagne

Vidro

Vidro

Taça

Bordeaux

Bordeaux

Borgonha

Borgonha

Montrachet

Montrachet

Riesling

Riesling

Flute

Flute

Dessert

Dessert

Análise sensorial

Análise visual
Análise visual
Descrição
púrpura
Análise olfativa
Análise olfativa
Intensidade
Baixa

Alta
Evolução
Primário

Terciário
Descrição
seu bouquet é intenso e exuberante, com destaque de frutas negras (mirtilo, cereja), notas terrosas, tostado e agradáveis nuances de especiarias
Análise gustativa
Análise gustativa
Intensidade
Baixa

Alta
Acidez
Baixa

Alta
Tanino
Baixa

Alta
Corpo
Leve

Encorpado
Persistência
Curta

Longa
Descrição
potente, encorpado e estruturado, com taninos sedosos e acidez suculenta, sustentados por um longo e saboroso final, que remete à mirtilo e notas terrosas
Culinária Culinária
CarnesCarnes

Ave

Suíno

Caça

Curada
QueijosQueijos

Médios
Da terraDa terra

Cogumelos
AmidosAmidos

Risotos

Tubérculos
Descrição
peito de pato com redução de vinho do porto, filé suíno na manteiga com ervas, risoto de cogumelos, terrines, charcutaria e queijos

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Elio Altare Dolcetto

d'Alba 2023

Se você acompanha o mundo dos grandes vinhos, certamente já ouviu falar dos "Barolo Boys", o grupo de jovens produtores que revolucionou o Piemonte nos anos 1980.

No centro dessa história de coragem e rebeldia está Elio Altare.

Influenciado pelo que viu na Borgonha, Elio introduziu uma nova mentalidade na região, focada em baixos rendimentos, viticultura limpa e vinhos de extrema precisão, aromáticos e prazerosos desde a juventude.

A mudança começou de forma radical: em um gesto quase simbólico, ele pegou uma motosserra, derrubou as árvores frutíferas da propriedade da família em La Morra e destruiu os antigos tonéis de madeira da cantina para abrir espaço ao que acreditava ser o futuro: as novas barricas francesas.

Para seu pai, Giovanni, aquilo era uma loucura incompreensível. Criado no pós-guerra, ele enxergava a produtividade como questão de sobrevivência e considerava um desperdício a ideia de reduzir a produção em nome da qualidade. O choque entre os dois foi tão profundo que Giovanni morreu brigado com o filho, chegando a deserdá-lo.

Mas o tempo deu razão a Elio, que comprou de seus irmãos a propriedade da família e provou que o vinho deve refletir, também,  a uva e o terroir acima de qualquer técnica. Hoje, essa filosofia é mantida ao lado de sua filha, Silvia Altare, e se expressa com maestria neste Dolcetto d’Alba.

Aqui, a família Altare entrega uma interpretação brilhante da casta. Este exemplar nasce em vinhedos de 20 a 40 anos de idade, cultivados em solos argilo-arenosos com exposição norte e nordeste, uma combinação que garante maturação lenta, preservando uma acidez vibrante e um frescor fantástico.

Já na vinícola, os famosos rotofermentadores entraram em cena para garantir uma extração mais eficiente — e Elio Altare também foi um dos pioneiros no uso desse equipamento na região.

Na taça, ele entrega uma explosão de frutas vermelhas e negras, como cereja e ameixa, entre frescas e maduras, aliadas a notas picantes de pimenta, cacau, alcaçuz e toques terrosos. Em boca, mostra-se um vinho elegante, muito bem elaborado, com taninos polidos, acidez equilibrada, saboroso e com um final persistente.

Ter um rótulo assinado por Elio Altare na adega é ter um pedaço da história moderna do vinho italiano. E a VinumDay conseguiu uma negociação tão boa que este vinho chega até você com o melhor preço do Brasil.

As garrafas são limitadíssimas. Não perca essa grande oportunidade!

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